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Empodere-se hoje com as habilidades necessárias para o amanhã

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Todo período de transição remete ao caos – pessoas inseguras, com medo, têm um comportamento de se isolarem e não valorizarem toda a sua capacidade – seja na forma de se comunicar, de lutar pelos seus direitos ou de compartilhar os acontecimentos.

Hoje, vivemos em uma sociedade líquida, o tempo não é cronológico, o conhecimento pode ser encontrado em todo lugar, não existem barreiras para a busca da informação e o importante é ter a flexibilidade para as novidades do dia a dia. Visualizar um cenário próximo, em que homens e robôs atuam no mesmo ambiente, também remete a uma fase de transição da sociedade e por consequência bloqueia as algumas habilidades do ser humano – por insegurança.

Estudos recentes comprovam que o poder dos dados mudará indústrias e serviços. Robôs farão processos repetitivos dez vezes mais ágeis que um ser humano, e os concorrentes que serão responsáveis pela falência de grandes corporações ainda não foram criados. Neste cenário, empresas e pessoas precisam empoderar-se das habilidades do futuro e se prepararem para viver o novo.

O profissional do futuro é você

Segundo o World Economic Forum, as dez habilidades do futuro para os profissionais em 2020 serão:

  • Resolução de questões complexas;
  • Pensamento Crítico;
  • Criatividade;
  • Gestão de Pessoas;
  • Capacidade de se relacionar / Empatia;
  • Inteligência Emocional;
  • Capacidade Analítica e Tomada de Decisões;
  • Orientação a Serviços;
  • Negociação e Flexibilidade Cognitiva.   

As habilidades do profissional do futuro não estão em um manual, elas precisam ser construídas a partir da vontade de solucionar problemas de forma criativa e colaborativa.

Um profissional preparado para a sociedade líquida precisa acabar com o medo de perder espaço para um robô, é fundamental se autoconhecer para entender como colocar suas habilidades a serviço de projetos e empresas, de fazer vibrar o olhar da alma – a capacidade de transformar o mundo e de se conectar com o próximo.

Os movimentos são feitos pelo  emoção. Nenhum robô é capaz de desenvolver os skills do futuro e conectar as pessoas às suas equipes.

Neste processo, desaprender se torna tão importante quanto aprender. Aprender a resgatar a criatividade da infância, quando não existiam bloqueios para a inovação; aprender a criar sem o medo de errar e ousar de forma colaborativa.

Desaprender padrões e fórmulas decoradas para aprender que o que distinguirá um profissional de um robô não será sua agilidade, mas sua habilidade de utilizar os dados com inteligência e de encarar o mundo de uma forma mais aberta, com as suas capacidades.

“Neste movimento, o RH terá um papel muito importante, de unir pessoas e conectar habilidades distintas. Tudo que tiver padrões de repetição ou cruzamento/análise de dados precisará de Inteligência Artificial, ou uma Startup vai roubar este mercado.” (Gabriel Coelho, CEO da Empodere-se).

Você é o profissional do futuro que tem a habilidade de solucionar problemas complexos; alguém com plano e objetivos moldados, com um projeto significativo de vida.

Você pode gerir pessoas com empatia e inteligência emocional, além de utilizar a capacidade de aplicar  métodos existentes no mercado (Design Thinking, Business Design, User Experience, Ciência das redes, entre outros) para empreender e utilizar o tempo à seu favor, criando oportunidades, propostas e soluções de forma crítica, com cooperação e diversão.

Quem são os meus concorrentes?

Em uma sociedade líquida, as organizações têm o desafio de engajar e conectar equipes multidisciplinares com menos status quo e maior capacidade de gerar valor, resolver problemas, desenvolver projetos pilotos, aprender, errar rápido, corrigir, validar com stakeholders, para depois escalar sua solução.

Mais do que apenas focar em processos ou redução de custos, é fundamental ter profissionais que se identificam com os valores da companhia, que estão dispostos a correr riscos, navegar por zonas de desconforto, estão abertos a sempre  aprender, são antenados sobre as novas tecnologias e tendências.

As empresas precisam se preparar para construir novas realidades com um alto impacto na sociedade. O impacto da automação daqui 30 anos ainda é desconhecido. Entretanto, uma coisa é certa: a capacidade de olhar padrões completos, de forma cooperativa, será o diferencial daqueles que se destacarão nos próximos anos.

Nesta realidade líquida, os líderes serão maestros de times multidisciplinares com habilidades distintas, complementares, que se mostram engajadas e motivadas a serem protagonistas no processo de transformação na sua empresa em prol do impacto que fará em seu ecossistema.

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