Empresas Exponenciais: o que elas têm a nos ensinar?

Nos últimos dez anos, o mundo experimentou uma transformação maior do que nas cinco décadas anteriores.
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A cultura da inovação e do intraempreendedorismo em 4 passos

O desafio das grandes corporações hoje é captar, engajar e extrair o melhor de jovens talentos que têm um perfil cada vez mais inquieto, questionador, que almejam aprender, se desenvolver e trabalhar em algo que acreditem à construir uma carreira linear de crescimento em uma única companhia. Este é um exemplo de equipe multidisciplinar que as organizações têm em seus times e que será a responsável por construir o futuro e inovar com resultados para os clientes. Para orientar as empresas à obterem resultados neste cenário, a Empodere-se criou 8 passos para estabelecer uma cultura da inovaçãoos quatro primeiros você pôde conferir no blog e os demais serão apresentados abaixo. Leia mais

Cultura de Inovação: como o legado tecnológico de Israel contribui com as grandes empresas

O 2º maior polo mundial de tecnologia e inovação nasceu da adversidade. A constante luta por recursos naturais para a sobrevivência fez com que o país buscasse soluções para os problemas – o investimento em matemática, a busca por informação e a capacitação, a nível global, resultaram na  construção de muitas fortalezas.

Criaram novas tecnologias de produção, aprenderam e compartilharam a experiência adquirida em cada erro. Hoje, são um dos maiores berços de startups e tem os líderes mais renomados da ciência e da inovação.

O legado de Israel para o mundo e para as organizações que desejam sobreviver neste ambiente de constante mudança é a cultura de inovação. A base é o investimento na capacitação e educação das pessoas, é transformar a sua forma de evoluir.

“Hoje o país recicla 90% da água que vem do mar. Eles aprenderam a sobreviver, resolveram o problema e, na busca por soluções, criaram uma cultura que permite o erro. A inovação está enraizada na sociedade, na relação das pessoas com os empreendedores.” (Ric Scheinkman – Diretor Câmara de Comércio Brasil – Israel / Harpia Capital).

O 2º maior polo de inovação do mundo

O que mais se discute em Israel é a cultura de inovação. A base da sociedade é o questionamento – da escola para as crianças, a experiência e formação dos jovens no exército – tudo é conectado globalmente. O Governo garante o investimento para o setor privado e esse fundo dá mais de 100% de lucro.

O processo de estudo é livre para que as pessoas possam inovar, são mais de 30 anos de investimento em ciência e educação. Os empreendedores são incentivados a olharem para o problema de uma forma mundial. Por ser um país pequeno, as pessoas valorizam o relacionamento e o compartilhamento de experiências.

Os jovens preferem inovar a estar em um ambiente corporativo. 40%  da economia é destinada aos estudos de tecnologia e inovação; as incubadoras atuam em parceria com os bancos para criarem as fintechs; a população é estimulada ao empreendedorismo – podem errar, corrigir e aprimorar suas práticas nos grandes laboratórios do país.

O ecossistema de Venture Capital cria em Israel uma capacidade e mentalidade de desenvolver tecnologia de uma forma única no mundo.

A maneira de enxergar a tecnologia é muito profunda. São mais de mil empresas sendo criadas por ano e mais de 60 acordos bilaterais. Inteligência Artificial, transporte dinâmico, cyber security, sensores para o agronegócio são os principais temas discutidos no país e exportados para o mundo.

As principais práticas das startups israelenses podem ser aplicadas também nas multinacionais:

– Ter uma comunidade de investidores altamente competentes;

– Apoio muito forte governamental;

– Capacitar pessoas;

– Investir em infraestrutura para inovar: laboratórios, internet, computadores quânticos, transportes dinâmicos – as barreiras não existem;

– Eliminar a burocracia do sistema de suporte.

Mais de 300 multinacionais têm escritório em Israel porque a cultura do país promove a análise de problemas e a busca por solução. A cada dez empresas que nascem, duas sobrevivem.

Este número é o mesmo encontrado no Brasil, mas a diferença é que as Start Ups de Israel nascem com pensamento de impacto global, já que o mercado interno é restrito (apenas oito milhões de pessoas) e no Brasil a maioria dos empreendedores pensa desta maneira pelo mercado representativo do Brasil, por pouca instrução e um ecossistema em estágio ainda bastante inicial.

Como as grandes empresas inovam ou se beneficiam do ecossistema de uma startup?

Nas empresas brasileiras essa cultura de inovação já está sendo provocada. Ao invés de tentar remodelar o DNA para a inovação, implementam um núcleo que busca se relacionar com as startups. Com departamentos de Inovação e uma aproximação a pólos inovadores como: Cubo, Oxigênio, Ace, Inovabra Habitat, e tudo isso já é um imenso avanço porém é de suma importância formar os colaboradores para uma mudança de mindset da 2a Revolução Industrial para 4a em que estamos.

“É fundamental que desenvolvamos colaboradores com um perfil de solucionador de problemas, com estímulo à criatividade, trabalho em grupos multidisciplinares que produzem de forma mais ágil, erram rápido, aprendem com seus erros, com baixo “status quo”, muita colaboração e uma boa dose de ousadia. Para transformar uma Cultura não é rápido mas recomenda-se iniciar com um projeto de alto impacto para que os resultados do mesmo estimulem outros com uma boa comunicação interna a fim de instigar e propagar outros projetos”, comenta Gabriel Coelho, CEO da Empodere-se.

Os profissionais se sentem mais envolvidos e engajados com as empresas quando percebem a possibilidade de (intea)empreender, de autonomia para participar da construção de soluções.

Se por acaso você entendeu que sua equipe e seus colaboradores podem se beneficiar desta formação de um novo mindset, não deixe de nos procurar. Será um prazer contribuir para que sua empresa supere seus objetivos com uma equipe engajada.

 

Millennials: como liderar e engajar a nova geração em grandes companhias?

O cenário é de constante mudança, o mundo está cada vez mais veloz, é a era das startups, das novas profissões, das novas formas de aprender, de mudança de mindset.
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Empodere-se hoje com as habilidades necessárias para o amanhã

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Como levar o Mindset de uma Startup para grandes corporações

Visualize o ambiente de trabalho de uma startup. É um lugar repleto de imprevistos e desafios como de outras empresas, porém a maneira de lidar com eles e como a equipe se une para resolvê-los é um dos grandes diferenciais, geralmente elas já nascem conectadas às “dores”dos seus clientes e a visão ganha-ganha é mais natural para uma geração Millennial que normalmente a compõe.

Em geral, é dirigido por um líder que acredita fervorosamente na missão e sabe como inspirar as pessoas, mas também é conduzido pelo time que o apoia e inova diariamente. Todos possuem voz ativa para participar e contrariar, logicamente, trazendo os motivos para tal, e, o mais importante, sua cultura é orientada pela missão, e seus valores são praticados  por todos, principalmente pelos líderes.

Rápido, intenso e incrivelmente orientado por objetivos: é o mindset de uma startup

Agora, pense em seu próprio escritório. Você pode trabalhar para uma pequena empresa familiar ou uma grande corporação e as chances são de que seu ambiente de trabalho não seja nem um pouco próxima ao de uma startup.

Provavelmente você está mergulhado em reuniões, rotinas, horários e não mudou muito nos últimos anos. Na verdade, mesmo que a missão da empresa seja divulgada, seus líderes e colegas podem não exibir comportamentos que façam jus a mesma.

Esse tipo de ambiente de trabalho altamente competitivo entre áreas, sufoca a criatividade e inovação e de fato, promove uma mentalidade de “vamos fazer isso da mesma forma que sempre fizemos“. Se você deseja que as equipes façam a diferença diariamente, você precisa tomar algumas atitudes sobre a cultura.

Aqui é onde você, como líder, pode começar.

Adote o mindset de uma startup

Este modelo desenvolve um senso de propriedade e responsabilidade. Como resultado, os funcionários estão pensando na empresa, com mindset de empreendedores. As startups têm essa cultura de pedir, e incentivar, aos colaboradores para que tenham “uma voz” e oferecem espaço para falarem com confiança suas opiniões sobre a direção da empresa. Afinal, nunca se sabe de onde virá a próxima grande ideia.

Outro ponto é estimular que se erre, aprenda e corrija rápido, explico, na tentativa de fazer, naturalmente erros ocorrerão, ao invés de punir, criticar, inibir maneiras novas de se fazer algo, mostre onde o erro ocorreu, corrija e vamos para a próxima.

Pode ser difícil para uma corporação desenvolver essa cultura da mesma forma que as startups. Ao invés de restringir as principais decisões, certifique-se de incluir funcionários de todos os níveis na discussão. Embora a decisão executiva ainda possa ser exclusiva de alguns colaboradores, sua decisão pode se transformar em uma compreensão mais abrangente e assertiva para o negócio.

Existem, no entanto, formas únicas para as corporações encorajarem a criatividade e a inovação. Um exemplo prático disso foi um case que realizamos com a multinacional: Atlas Schindler, onde realizamos o Empower Business e promovemos a união dos stakeholders da cadeia, como Marketing, Jurídico, Comercial, TI, liderança, técnicos de elevadores, e seus clientes, como: síndicos profissionais e amadores, gestores de condomínio para repensar como a prestação de serviços na manutenção de elevadores poderia sar um salto ao olhar do cliente mas ao mesmo tempo se mostrar viável às áreas chave da empresa como: TI e Jurídico.

Os resultados foram projetos extremamente inovadores e simples até então não pensados, aprovados pelas lideranças de cada área, levando em consideração o profissional que está na linha de frente (neste caso, o técnico de elevador) e principalmente com alto valor percebido pelo seu cliente, sem mencionar o vínculo que foi gerado entre os presentes.

Um dos grandes legados de um processo de inovação, quando bem conduzido, é que o processo depois de co-criação e validação continuam com fluidez e os resultados são de alto impacto.

Lembre-se porque você está aqui

Claro, a paixão pelo seu trabalho pode desaparecer ao longo do tempo, especialmente se você sente que não está fazendo a diferença. E se você estiver em uma posição de liderança, saiba que esta falta de brilho irá transparecer a sua equipe.

Um das grandes habilidades da liderança atual é a empatia, capacidade de detectar as habilidades de cada membro de sua equipe, saber como extrair o seu melhor com tarefas e desafios em que estas sejam bem empregadas. É fundamental colocar desafios e comparar o profissional com ele mesmo ao longo de um tempo, mostrando onde se desenvolveu e onde tem a desenvolver.

Os valores e o mindset ágil reconhecidos em startups, estarão diretamente ligados aos resultados dos negócios e a sobrevivência da sua cia em um futuro breve. Afinal, já vimos empresas grandes e estabelecidas adotarem esses valores e se transformarem tambéme muitas outras se extinguirem.

Cabe a cada um de nós, como profissionais e líderes, termos humildade, reconhecer, muitas vezes, que não sabemos tudo, estarmos dispostos a navegar por zonas de desconforto, exercitar a empatia (que é prática), estimular a colaboração, liderar e estimular um mindset ágil coordenado para resolução de desafios que inspirará um brilho inovador em nossas próprias equipes e organizações e gerará o tão desejado engajamento.

Eleve seu mindset com o método Win Win da empodere-se, conecte abordagens de inovação poderosas como Design Thinking, Business Design, UX (User Experience), Service Design e Ciência das Redes e tenha um poderoso instrumento para um crescimento sustentável do seu negócio e da sua carreira para os próximos anos.

 

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Business Design e Service Design: Construindo negócios fortes e estruturados

Você possivelmente já deve ter ouvido falar sobre Service Design e Business Design, mas o que de fato eles podem fazer pelo seu negócio neste mundo de grandes mudanças?

As etapas de pesquisa e protótipo do processo de design podem gerar novas ideias de produtos, permitir que você descubra as necessidades e preferências de seus clientes e abrem oportunidades valiosas para as empresas.

Este artigo explica as diferentes maneiras pelas quais o Business Design e o Service Design podem beneficiar seu negócio, desde o desenvolvimento de produtos até a estratégia de negócios em andamento ou novos negócios. Vamos lá!

Os benefícios nos seus negócios

Evidências mostram que Business Design e Service Design, melhoram o desempenho da empresa. Steve Blank, tem uma expressão famosa onde ele comenta “get out of the building“, em português significa algo como “vá para a rua”.

O contexto dessa frase remete a sair “de dentro da caixa”, quebrar a rotina de ficar dentro do escritório. As respostas estão em quem participa da cadeia em outros departamentos, nos clientes, parceiros, é através da percepção da problemática por diferentes ângulos que conseguimos gerar conexões até então não pensadas para gerar uma solução de alto impacto e simples.

Business Design: interessante quando se compreende, poderoso quando colocado em prática

O Business Design trata-se de uma nova abordagem ao processo de criar ou melhorar produtos, serviços, marcas, processos ou negócios. É uma metodologia onde se utiliza o modo de pensar do design, ou seja, não linear, empírico, multifacetado, prototipado e com foco na experiência do utilizador. O Business Design alia estas características à elaboração de estratégias corporativas tradicionais e integra os diferentes departamentos e stakeholders através da co-criação, de modo a obter soluções mais criativas e eficientes.

Um bom exemplo que ilustra esse tópico, é o Hotel Quando.com, uma start up que compreendeu o desejo de muitos usuários de frequentarem uma área de lazer aos fins de semana, até então pouco acessível, questionou e desconstruiu a métrica de consumo no segmento imobiliário chamado “diária”.

Já pararam para refletir porque pagamos por uma diária? No momento que Max Campos, CEO do Hotelquando.com e sua equipe, compreenderam a “dor” do usuário, eles questionaram o modelo e geraram a possibilidade das pessoas adquirirem pacotes de três, seis ou nove horas para ter acesso a área de lazer de uma rede de hoteis afilidadas ao app por uma valor que parte de 40% do valor de uma diária. Segundo Campos, “pessoas que pagariam por hora não pagariam por uma diária. É um dinheiro novo que está entrando para o hoteleiro”.

O maior elogio que uma inovação pode receber é alguém dizer: “poxa é tão óbvio, porque não pensei nisso antes?”, segundo Peter Drucker, e creio que a modelagem do Business Design contribui muito para fazer esta frase legítima.

Service Design: Foco na jornada do usuário

Já o Service Design é a atividade de planejar e organizar pessoas, infraestrutura, comunicação e componentes materiais de um serviço de forma a melhorar sua qualidade e a interação entre a empresa provedora do serviço e os consumidores. Essencialmente, o Service Design tenta responder a algumas perguntas básicas que dizem respeito à experiência das pessoas ao interagirem com determinado serviço.

Como deve ser a experiência do consumidor ao usar este serviço? Como deve ser a experiência do funcionário ao prestar este serviço? Como uma empresa se mantém fiel à sua missão e se mantém relevante para o consumidor, ao mesmo tempo? Utilizando metodologias do Design, o Service Design trabalha para entender o perfil dos consumidores, seus desejos e suas necessidades a fim de garantir que determinado serviço seja competitivo para o mercado e relevante para quem o usa.

Como é o caso do Mast Brothers, que trabalham a experiência dos consumidores na sua loja com a fábrica integrada localizada no Brooklin/USA, promovendo um tour, de hora em hora, mostrando a transformação do cacau em um saboroso chocolate, permitindo que o cliente interaja e saboreie durante sua jornada até o produto final.

E se é possível realizar em produto, na parte de serviços vale entender o momento do dia que seu serviço é desejado / consumido, como seu cliente se sente, se a rotina de sair de sua casa, parar no estacionamento, se cada momento é pensado em como tornar este momento menos “incômodo” ou mais especial. Acredite as pessoas gostam de ser surpreendidas e “cuidadas” e quando isso ocorre inicia-se um vínculo com esta marca até se tornar uma “Love Brand”.

Projete eficiência

Mas, além de melhorar a experiência com os produtos e serviços que sua empresa entrega ao mercado, o Service Design, também pode ser um importante ingrediente para melhorar a maneira como sua empresa opera – a eficiência de seus processos, a relação custo-eficácia das matérias-primas que utiliza, a qualidade da sua embalagem.

Além de aumentar o valor de seus produtos e serviços aos clientes, ele pode reduzir os custos de produção. Também pode tornar os processos e o uso de materiais mais eficientes e ambientalmente amigáveis, ajudando as empresas a cumprirem os regulamentos e legislação de sustentabilidade.

Os benefícios do Business Design e Service Design

Eles trazem uma gama de benefícios comerciais muito maior, ainda mais se compreendidos e praticados sistematicamente em toda a sua empresa, o que potencializam:

Aumento de vendas de seus produtos ou serviços;
Maior lealdade à marca;
Menos reclamações de clientes;
Uma identidade legítima percebida para o seu negócio;
A capacidade de criar novos produtos e serviços e abrir novos mercados.

Ele também agrega valor aos produtos e serviços, já que os clientes geralmente estão dispostos a pagar mais por produtos bem projetados que podem oferecer benefícios, como maior facilidade de uso, maior funcionalidade, estética aprimorada e conexão com seus valores.

Elas são dois ingredientes da metodologia Win Win da Empodere-se que ainda conecta UX (User Experience), Ciência das Redes e Design Thinking. Fique atento a estas abordagens de inovação pois, neste mundo em que as mudanças são exponenciais, elas poderão ser um instrumento poderoso para um crescimento perene e sustentável do seu negócio e da sua carreira.

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Promova a motivação no ambiente de trabalho através do empoderamento da sua equipe

A motivação de uma equipe já é tarefa cotidiana de qualquer gestor. Quantos negócios você conhece que não falam com bastante frequência sobre como levar os colaboradores a melhorar seus desempenhos? Imaginamos que algo próximo de nenhum.
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